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COMUNICAÇÃO EMPÁTICA


Comunicar é um processo que parece simples, mas que pode ser um pau de dois bicos.


Se por um lado a comunicação, nomeadamente a verbal, pode levar a relações profundas, por outro lado,

também pode ser a origem de grandes mal entendidos e de conflitos.

Daí a importância da empatia e da sua inclusão na comunicação.

Carl Rogers, um dos principais psicólogos responsáveis pelo estudo da empatia, define-a da seguinte forma: “captar o mundo do paciente COMO SE fosse o seu próprio mundo, mas nunca se esquecer esse carácter de “como se.”

No entanto, foi Marshall Rosenberg, psicólogo americano, que desenvolveu a comunicação empática ou não violenta nos anos 60, enquanto estudava os factores que afetam a nossa capacidade de sermos compassivos.

Segundo Rosenberg, é na maneira como falamos e ouvimos os outros que está a chave para o problema das desavenças e das discórdias.

De facto, grande parte dos relacionamentos chegam a situações de rotura por praticarmos uma comunicação deficitária.

Achamos que comunicar é falar e esquecemo-nos de escutar. Ou melhor, encerramos a nossa capacidade de escutar o outro porque queremos estar certos e para sermos aceites, porque nos sentimos magoados ou simplesmente porque estamos tão centrados em nós que nem conseguimos ouvir o outro. Fechamos o coração ao outro.


No entanto, a chave de uma comunicação empática é o coração e quando essa porta da comunicação se abre, tudo é possível. Quando abrimos o nosso coração ao outro tudo se transforma.

Experimente! Coloque-se no lugar do outro. Tente sentir e compreender o que sente, as suas ideias, o seu comportamento.

🙏

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